O trono ainda é dela

Olá!

A rainha do pop Madonna está de volta ao mundo da música. Depois de um descanso após a Sticky And Sweet Tour, turnê que divulgou o último álbum, Hard Candy, a cantora se aventurou no cinema, dirigindo W.E., seu segundo filme e agora lançou o primeiro single do próximo disco, MDNA, chamado Give Me All Your Luvin’.

A música conta com as participações (mínimas) de Nicki Minaj e M.I.A. Animada e muito divertida, tem um refrão que gruda na sua cabeça e que enjoa depois de um tempo. Acredito que vá fazer sucesso sim, mas que a rainha tenha algo maior como segundo single.

Polêmica que é, Madonna está fazendo algumas declarações interessantes nas entrevistas que concedeu para divulgar o single, alfinetando principalmente Lady Gaga, como forma de atrair a mídia. Como se isso já não bastasse, Give Me All Your Luvin’ será performada pela primeira vez durante o intervalo do Super Bowl, maior evento esportivo dos Estados Unidos, que atrai a maior audiência do ano. Esperta, não?

Pensando nisso, o clipe da música é todo voltado para esse universo, com direito a muitos jogadores de futebol americano e cheerleaders. Achei o clipe divertido como a música e bem produzido. Gostei da sutil propaganda da Smirnoff e Madonna está muito bonita. Atitude é o que não falta e como sempre todos caem aos seus pés, se matando pela diva. E ela faz questão de brincar com a questão de sempre tentar ser jovial.



A versão deluxe do álbum conta com 18 faixas que espero serem melhor trabalhadas que os singles do Hard Candy (apenas 3). Além de GMAYL já ser superior a muitas faixas do anterior, que tinha uma pegada mais hip hop. Madonna é pop novamente.

MDNA chega às lojas dia 26 de março e já correm os boatos de que a turnê venha pro Brasil em novembro.

E vocês, o que acharam da música e do clipe?

Beijos,
Becky.

Mi Buenos Aires Querido – Parte 2

Olá!

Estou de volta com a segunda parte da série de posts sobre minha viagem a Buenos Aires, em janeiro. Vocês podem conferir a primeira parte dela aqui.

Como disse no outro post, fiquei cinco dias na cidade e apesar dela ser um tanto compacta, não consegui conhecer detalhadamente tudo que eu queria. Fiz os passeios mais de turista mesmo e espero voltar com mais calma um dia.

Foi a primeira parte da cidade que eu conheci porque meu hostel ficava na Calle Florida e pude ir a todos os monumentos históricos andando por menos de cinco minutos. É mais uma questão de ficar passeando pelas ruas, observando a arquitetura mesmo. Um dos taxistas que conheci lá disse que era a parte de Buenos Aires que você tinha que olhar para cima, sempre, e é um conselho que passo adiante. A arquitetura é belíssima e os prédios são altos, detalhados no topo, na maioria das vezes.

- Avenida 9 de Julio: Uma das mais largas do mundo, onde você pode encontrar o Obelisco (muito mais alto que o do Ibirapuera, viu?). Muitos outdoors, carros, pouco tempo pra atravessar e algumas instalações antigas.

- Casa Rosada: Sede do poder executivo na cidade, tem essa cor por causa da mistura entre cal e sangue de boi para impermeabilizar as paredes. Logo na entrada, ainda do lado de fora da casa, tinha uma exposição com fotos da Cristina Kirchner. Todos podem entrar na casa e passear pelo saguão (que é amarelo), onde estão expostas pinturas enviadas por líderes da América Latina. Existe também a visita guiada, mas eu não me aventurei porque a fila era gigantesca.

- Plaza de Mayo: Foi interessante conhecer o lugar tão comentado nas minhas aulas de espanhol (rs). A praça se encontra em frente a Casa Rosada e justamente por isso é palco das manifestações políticas na cidade. Os argentinos tem forte engajamento político e é possível encontrar faixas de protesto por toda a cidade.

Nessa área da Casa Rosada, você ainda pode encontrar o Cabildo, Palácio do Governo, entre outros prédios de arquitetura mais clássica.

- Calle Florida: Me descreveram como a 25 de março de Buenos Aires, mas sinceramente, não vi tanta semelhança. Imaginei uma coisa meio ladeira Porto Geral, com uma multidão se acotovelando e mal conseguindo caminhar, mas todos os dias foram muito tranquilos. Como meu hostel ficava na rua, era obrigatório passar por ela independente do que quisesse fazer. É só para pedestres e os camelôs colocam seus produtos no chão. Também tem lojas diferentes, restaurantes e casas de câmbio. Não fui roubada nenhuma vez, não vi ninguém ser roubado e nem fui tão atormentada com pacotes de tango.

- Galerías Pacífico: É um shopping que é mais visitado pela arquitetura curiosa do que por suas lojas. Já abrigou instituições de artes e acontecem exposições por lá. É comum encontrar um pessoal tirando fotos pelo shopping, justamente pelo teto que é todo pintado. Tem um cartão que você pode fazer de graça e que te dá descontos em algumas lojas, inclusive na praça de alimentação.

- Café Tortoni: O café mais famoso, se mantém como quando inaugurou em 1858 (!!!!!), com vitrais incríveis, lustres e mesas de mármore. Achei o preço muito mais amigo do que em muitos lugares sem história. O ambiente é incrível e vale muito a visita. Fui no período da tarde, por volta das 16hrs e não peguei fila, apesar do café estar lotado de brasileiros. Infelizmente, os famosos churros não estavam disponíveis quando visitei, mas comi um cheesecake delicioso e minha irmã pediu um sorvete de doce de leite muito bom. Também tem shows de tango, mais simples e intimistas.

Um dos bairros mais antigos da cidade, foi como uma viagem ao passado pra mim. Fiquei apaixonada, mesmo. Os prédios antigos estão por todos os lados, assim como o antiquários. Importante ressaltar que a feirinha acontece só aos domingos. As barraquinhas que vendem as antiguidades se concentram na praça Dorrego, mas você pode encontrá-las também nas ruas próximas. Foi a maior concentração de gringos, chapéu panamá e rayban wayfarer que encontrei na minha viagem. Pessoas de todos os lugares, o novo com o antigo, ao som do tango, fazem com que a experiência seja muito agradável. Encontrei muitas coisas dos Beatles, o que só me fez gostar mais ainda do lugar (rs).

No mesmo dia que visitei San Telmo, fui a Puerto Madero, ao entardecer. O contraste perfeito entre o antigo e o moderno. O porto se afasta da arquitetura que eu tinha conhecido até então na cidade, com seus prédios feitos de vidro e metal. Também achei agradável caminhar pelo porto, com os locais passeando de patins, levando o cachorro para passear. Muitos restaurantes apareceram após a reurbanização da área e se tornaram “in”. Dois barcos se encontram ancorados ali para visita, além da famosa Ponte da Mulher. Não cheguei a andar tanto para conhecer o cassino flutuante e não jantei em nenhum dos restaurantes, apesar de todas as dicas que recebi.

Nas margens do porto, local mais tradicional, porém também perigoso de Buenos Aires. É aconselhável visitar durante a manhã. As coloridas casas são ícones e alegram o lugar. Lá foi a única parte da cidade que fui realmente atormentada por hermanos querendo que eu entrasse nos restaurantes ou então para tirar fotos temáticas.

- La Bombonera: Visitamos o estádio do Boca Juniors, mas eu só fui porque tinha homem no grupo. Optamos pela visita ao museu e o acesso ao estádio, que é minúsculo. Eu, como não curto futebol, não vi graça na visita, mas o museu é organizadinho e até que interessante. Destaque pra foto montagem vendida por um preço absurdo com craques do futebol mundial e a fila de tontos comprando…

- Caminito: Depois da visita ao estádio, fomos a pé até o famoso cartão postal, tranquilamente. Foi legal para perceber que o bairro é um tanto pobre e que nem todas as casas são extremamente coloridas como alguns turistas devem acreditar. Ali, os restaurantes colocam suas mesas nas calçadas, com apresentações de tango e os garçons atraem os possíveis clientes. Almoçamos por ali mesmo, para pode assistir um pouco do tango e fugir do calor. A comida foi uma das mais caras e não estava tão boa, rs.

Passei apenas de taxi por bairros como Recoleta e Retiro, então não posso falar muito sobre eles. Não deu tempo e não existia pique com aquele calor que estava fazendo para visitar lugares que não tinha algo que realmente chamasse atenção. Porém, só de ver a Recoleta de dentro do carro eu me apaixonei. Nem parece Buenos Aires, é como se estivessemos pela Quinta Avenida em NY ou até mesmo em Paris, com as fachadas das lojas de fina estampa.

Em Palermo, tive a oportunidade de visitar o Jardim Japonês e aquela escultura da Rosa que já falei no outro post. O bairro tem bastante verde por causa de seus inúmeros parques e pode-se encontrar prédios mais modernos do que no centro. Também é lá que se encontram a Faculdade de Direito, gigantesca, e o MALBA (Museu de Arte Latinoamericano), onde está o Abaporu, da Tarsila.

Se vocês tiverem mais alguma dica pra acrescentar, fiquem à vontade para comentar (:

Beijos,
Becky.

Mi Buenos Aires querido – Parte 1

Olá!

Gostaria de avisar desde já que a série de posts sobre a minha viagem a Buenos Aires tem de tudo pra ser um tanto quanto tendenciosa, já que eu me apaixonei pela cidade e pelos hermanos. Porém, adoraria receber também comentários com opiniões diferentes sobre o tema, então sintam-se à vontade para se expressar.

Rebequita na escultura da Rosa (gigantesca) que abre e fecha de acordo com a luz.

Informações básicas

Buenos Aires, como todos sabem (espero) é a capital da Argentina. É muito conhecida por ser a “Europa” na América Latina, principalmente pela conservação de prédios bem antigos, com arquitetura de influência europeia. Esse foi um dos motivos que me fez amar a cidade, já que sou um tanto obcecada por coisas antigas. Ao contrário de São Paulo, onde esses prédios se encontram detonados, abandonados e muitas vezes são demolidos, independente do valor histórico, em Buenos Aires eles são sede de bancos, por exemplo, e até mesmo servem como moradia.

Passei cinco dias na capital e já digo de cara: é preciso de mais tempo pra conhecer tudo, principalmente se você quiser fazer passeios em cidades próximas, como ao zoológico Lujan e ao delta do rio Tigre. Farei um post falando só sobre os lugares que visitei e as minhas impressões.

Usei os dias como escape da chuva incessante de São Paulo e fui direto para o inferno. A temperatura em BsAs chegou a 39ºC, com sensação térmica de 44,7ºC. Aliás, noticiar a sensação térmica é de praxe, o que achei interessante. Calor infernal é sinônimo de sede, mas cuidado. A água na Argentina tem grande quantidade de sódio, então preste atenção na etiqueta quando for comprar, porque ela parece ser mais grossa e sim, é salgada. A minha dica é a Eco de los Andes, que chega mais perto da quantidade de sódio que encontramos em águas brasileiras.

Aviso básico a todos que pensam que Buenos Aires é sinônimo de compras: NÃO. A vantagem nem é tão grande assim, acredite. Apesar da moeda deles ser desvalorizada em relação ao Real, raramente os preços compensam. Ou seja, é bom fazer uma boa pesquisa antes de se jogar nos outlets e shoppings. Recomendo que façam o câmbio em Buenos Aires porque chegam a valorizar mais ainda a nossa moeda.

Eu comprei pouco, então vou reunir aqui mesmo as poucas dicas que tenho sobre o tema.

Falabella: Paraíso. Pelo que sei, não existe só na Argentina, mas em outros países da América Latina também. Só na parte que fiquei da Calle Florida (falo sobre ela em outro post), tinham duas filiais da loja. É uma loja de departamento que vende de eletrônicos a produtos lindos de decoração, passando por maquiagem e roupas. Você vai encontrar muitos brasileiros se jogando na loja. Se tivéssemos filiais no Brasil, eu tava feita. Comprei coisas fofíssimas de decoração por 15 reais que eu provavelmente pagaria mais de 40 em uma Etna ou Imaginarium da vida.

Morph: Também de decoração e com preços pequenos, encontrei no shopping Galerías Pacifico. É daquelas lojas que tem tanto produto lindo e colorido que você se perde. Dá pra redecorar a casa inteira e gastar muito pouco.

Todo Moda: Com uma filial a cada esquina (não to brincando), é uma espécie de Accessorize argentina com preços muuuuito mais baixos. Nessas lojas você pode perceber como o estilo das argentinas é diferente do nosso. O tanto de acessório pra cabelo (bandanas principalmente) é incrível. Foi lá que eu ouvi no meio de uma playlist que tinha Ke$ha, Usher e Britney, “Ai se eu te pego”. Sucesso nas terras hermanas.

Livraria El Ateneo: Não cheguei a ir na filial mais famosa, linda, espetacular (oi calor insuportável, oi distância, oi empecilhos malditos), mas fui em uma do ladinho do meu hostel que era grande e tinha as mesmas inspirações. Tem de tudo, encontrei até livro do Lula. Mas pelo amor de Deus, se forem a Buenos Aires, visitem a filial mais famosa porque dizem que é linda de morrer.

Alguma dúvida? Sugestão? Informações adicionais? Comentem!

Você pode encontrar o post sobre os passeios que eu fiz pela cidade aqui.

Beijos,
Becky.


Metamorfose: Amanda Seyfried

Olá!

Depois de muito adiar, essa ideia finalmente se torna oficial! Metamorfose será uma série de posts sobre a carreira de artistas diversos. Pensei bastante sobre quem seria o querido que ilustraria o post número 1 e escolhi a atriz Amanda Seyfried.

A adorável loirinha de olhos grandes tem 26 anos e nasceu nos Estados Unidos. Começou a carreira como modelo da Ford Models, aos 11 anos. Na TV, começou atuando em algumas séries, em papeis importantes. Mas ela começou a ser conhecida após atuar no sucesso adolescente, Meninas Malvadas, como a amiga burra e dispensável de Regina George, Karen Smith. Sua personagem é responsável pelas quotes mais engraçadas do filme.

No mesmo ano, após perder o papel de Veronica Mars para Kristen Bell, atuou na série homônima como Lilly Kane, a melhor amiga da principal. Sua personagem é chave para a primeira temporada do seriado, já que depois de morrer logo no primeiro episódio, vira o caso que Veronica investigará. Lilly aparece diversas vezes, perturbando ajudando Mars a resolver o mistério.

Veronica Mars (Kristen Bell) e Lilly Kane (Amanda Seyfried).

Mas o sucesso veio mesmo com o musical Mamma Mia!, filme voltado para um público mais amplo do que os outros trabalhos dela. Nele, ela mostrou seu talento também como cantora, vivendo Sophie, filha de uma mãe solteira, que resolve convidar seus três possíveis pais para o seu casamento. Passado na Grécia, o musical conta com as musicas do grupo sueco ABBA. Teve a oportunidade de atuar com nomes como Meryl Streep (O Diabo Veste Prada), Pierce Brosnan (James Bond, sabe?) e Colin Firth (O rei gago, ganhou o Oscar).

Na minha opinião, Amanda regride um pouco ao interpretar Needy, no filme Garota Infernal, ao lado de Megan Fox. Em Mamma Mia! Ela teve a oportunidade de mostrar seus dons, finalmente deixando de lado o papel de menininha boba e sonsa, que ela volta a viver neste terror trash sobre sua amiga que teve o corpo oferecido a uma entidade maligna. O filme é engraçado por causa de suas quotes, mas a história é patética.

Prepare-se para chorar. A loirinha é protagonista do filme Querido John, adaptação do best-seller do famosíssimo Nicholas Sparks. Ela vive Savannah, uma jovem romântica e sonhadora, que se apaixona pelo soldado John, vivido por Channing Tatum. O drama sempre aparece nas listinhas de filmes favoritos das adolescentes, apesar de eu não ter achado tudo isso. Outras adaptações do mesmo autor, como “Um amor para recordar” e “Diário de uma paixão” me agradaram muito mais. Pelo menos nesse filme, podemos perceber um crescimento de Amanda, em um papel um pouco mais maduro.

O filme se passa na Itália. Gael Garcia Bernal e Chris Egan fazem par romântico com Amanda, que dessa vez vive Sophie. Cartas para Julieta é meu filme favorito da atriz. O cenário, a história, a escolha dos atores, o sotaque britânico…. Viajando com o futuro marido Victor (Bernal) por Verona, ela descobre o trabalho das voluntárias que respondem cartas enviadas para Julieta. Sim, aquela do Shakespeare. Ao encontrar uma antiga carta esquecida, Sophie embarca em uma aventura romântica que muda sua vida completamente. Simplesmente adorável.

— ROMEO SAVE MEEE


Seyfried ainda atuou em outros filmes que não tiveram tanta atenção, como A Garota da Capa Vermelha, versão moderna de Chapeuzinho Vermelho. Infelizmente, não assisti a esse filme, mas pretendo baixar em breve e quem sabe faço um post sobre ele?

Para finalizar, O preço do amanhã. Contracenando mais uma vez com Justin Timberlake (já fizeram Alpha Dog juntos), ela vive Sylvia Weis, em uma história que se passa no futuro, quando as pessoas deixam de envelhecer aos 25 anos, tendo apenas mais um ano de vida. Esse tempo porém, pode ser aumentado se você tiver como pagar por isso. Quero muito assistir.

Espero que Amanda continue trabalhando bem e indo atrás de papeis mais desafiadores. Atuar em outros gêneros, não apenas o drama/romance. Nunca terei dúvidas ao escolher um filme para assistir se ela fizer parte do elenco.

E vocês, gostam da atriz?
Estou aceitando sugestões para o próximo post dessa série! (:

Beijos,
Becky.


Deixe o sol entrar

Olá!

Estou de volta depois de um tempo afastada, mas eu realmente precisava descansar um pouco, sair das terras tupiniquins e respirar outros ares. E minha viagem vai resultar em posts a todos que quiserem conhecer um pouco mais sobre a terra dos hermanos, Buenos Aires.

Porém, o post de hoje é sobre o musical que estreou na última sexta (13/01) em São Paulo, Hair. Sou fã desse tipo de teatro e tento assistir pelo menos uma vez a todos que passam pela cidade, mas acredito que nunca deixei a sala tão encantada quanto dessa vez.


Hair conta a história de jovens hippies vivendo em Nova York nos anos 60, durante a guerra do Vietnã. Apesar da aparência, o enredo não é nem um pouco datado e discute questões presentes até hoje. Boa parte do encanto pela peça é por parte dos atores que formam a Tribo. Mesmo sendo atuação, podemos sentir o quanto eles gostam de estar ali, interpretando aqueles papéis e vivendo aquela história. A interação vai muito além dos personagens.

Algo inédito nos musicais que já assisti, em Hair a plateia faz parte da peça. Os atores interagem com o público, tornando o ambiente mais descontraído e divertido. A produção é de Cláudio Botelho e Charles Möeller, grandes nomes do gênero no país e conta com Kiara Sasso, rainha dos musicais, no elenco.

Recomendo a todos, mesmo. Sai do teatro uma outra pessoa, completamente encantada com o que tinha acabado de presenciar. A energia transmitida e o “paz e amor” sendo pregados a todo instante fazem com que você se sinta inspirado a ser alguém melhor.

Hair fica em cartaz até dia 29 de abril, no teatro Frei Caneca. Quintas, às 21h; sextas, às 21h30; sábados, às 18h e às 21h30; e domingos, às 18h.


— Vídeo da Folha com cenas do musical.

Beijos,
Becky.

Melhores de 2011: As músicas mais tocadas

Olá!

Pouco antes da meia-noite, mas consegui! Aqui está o último post da série (:
Obrigada a todos que acompanharam, comentaram e curtiram. Aproveitem esse último vídeo pra rir do meu jeito Rebecca de ser (:

Espero que todos vocês tenham uma excelente virada de ano e que 2012 seja muito melhor que 2011. Muitas conquistas, saúde, amor e paz.
Quanto ao Opiniões Raras, podem esperar mais posts e novas séries. Agradeço a companhia de cada um de vocês, que fizeram com que esse blog durasse me dando forças para continuar.

Beijos,
Becky.